Uma pessoa lá lê umas histórias. Leva a sério quem quer, não quem pode.
Prefiro focar-me em coisas de informática e não me chatear mais.
Boa parte do meu software desenvolvido, alguns pensamentos, livros, pesquisas, sobre a tese e algumas matérias estudadas no mestrado em engenharia informática da Ualg. Blog oficial de Osvaldo Mendes, com ligações para a minha página pessoal, onde pode fazer downloads de programas. Há programas como Torres de Hanói, Jogo do Galo, etc. Inclui ligações para o meu canal no Youtube.
Uma pessoa lá lê umas histórias. Leva a sério quem quer, não quem pode.
Prefiro focar-me em coisas de informática e não me chatear mais.
O que interessa nesta postagem é a definição de um problema. O que seria suposto acontecer?
Se percebeu as leis do poder, então esta conduta é imprópria. Só é possível saber se o ser humano convergiu para um drift genético, tentando perceber o que é mais racional acima de tudo. Qual é o motivo de mencionar racional?
Gente "doida" como pelo menos o Nash foi capaz de provar que é capaz de perceber melhor o que é colaboração do que a maior parte das pessoas, mas não se metam com essa doença. A maneira que um engenheiro informático tem para lidar com isso é tentar perceber as respostas dos supercomputadores. Se formos olhar a isso todos nós cometemos erros.
Se tem razão, então não se discute. O problema consiste em saber se tem razão. O papel da ciência é fundamental, mas a ciência é feita por Homens. Saber avaliar segundo o método mais correto. A compreensão é o método mais correto. Compreensão não é violência física, psicológica ou psíquica. Violência é ira e perder a paciência é perder a batalha.
Andar a tirar um curso de engenharia para depois desmentirem uma pessoa tanto quanto possível é de gente fanática e louca. Gente fanática e louca ao qual é muito difícil escapar.
O mal da política é tentar desmentir o que não deve. Estão mais preocupados em culpar o outro ou criticar o outro do que em encontrar soluções, pelo que defendo opiniões muito mais construtivas. São almas sedentas de poder, o que torna tudo muito mais complicado. Faraó que sabia lidar muito bem com esse tipo de personalidade, mostrando uma autoridade muito forte (suponho). Só deixando fazer é que se consegue perceber. Objetivo ajuda a gerar plano e plano pertence a quem é organizado. Ou há objetivo ou há quem queira sempre mais.
Uma questão é definir problema/solução (real). Outra questão é entrar no campo da manipulação de ideias (surreal).
Os egípcios para conseguirem construir aquelas grandes pirâmides teriam de ter mecanismos de colaboração (o que é realista e não surrealista) que em nada se comparam aos mecanismos dos dias de hoje. As pessoas de um modo geral nos dias de hoje já não são muito brilhantes em perceber a razão do outro. Essa é a maneira com que imagino a construção dessas obras. São uma fonte de inspiração para toda a humanidade.
O nome "Ajuda de Deus" sugere colaboração. Se falamos de colaboração, então falamos de cooperação (problema de communication overlapping já conhecido com a linguagem CSS). Se falamos de cooperação, então falamos da célebre frase: a competição é a lei da selva, a cooperação é a lei da civilização. O todo é mais do que a soma das partes.
Se em democracia uma pessoa quer trocar soluções, mas as pessoas chateiam-se ou não fazem caso, então mais vale não haver democracia. O Hitler dava liberdade à hierarquia para tomar decisões. O Hitler era um caso de estudo da disciplina de comportamento organizacional. Não queiramos o Hitler como é óbvio.
Se quer partilhar pensamentos que tenham todo o valor, então escolha alguém de confiança e interessado em ouvi-lo com quem possa trocar cartas. Uma vez eu tendo conseguido chamar à atenção do problema, dá para saber o que a Internet é ao certo: o sítio menos indicado. Se é o sítio menos indicado, então não se isola as pessoas seja de quem for.
Pensemos no contexto de uma democracia propriamente dita. A definição de democracia parece ter mais em conta as verdadeiras necessidades de todos nós. Ninguém precisa de tanto poder como é o caso de um ditador. O problema da democracia é as pessoas não perceberem determinadas decisões difíceis de tomar, mas que são importantes. Cada um segue a sua filosofia.
O papel de um político é um papel de um funcionário público. O papel do Estado é prestação de serviços mediante o pagamento de impostos pensados de forma racional. A gente paga para receber algo em troca.
Se queremos perceber o dinheiro, então temos de saber fazer as contas. Só assim é que não há enganos. Cultura financeira que nos permite atingir objetivos na vida. Dinheiro que apesar dos problemas que nos causa, ainda nos oferece algumas coisas de bem. Há pessoas que "não querem" perceber o dinheiro, defendendo portanto ideias impossíveis. As pirâmides foram ideias possíveis, por estarem lá para todos verem.
Há sempre aqueles que deviam muitas vezes estar calados em vez de meterem "cocos" na cabeça das pessoas da casa dos outros. Se não sabe ou não tem a certeza, então esteja calado. Ninguém lhe vai dar um prémio. "Cocos" tornam-se ativos tóxicos em vez de ativos complementares.
Informação que não é devidamente posta à prova seja por onde der. Há um sentido amplo: como foi com as lâmpadas mais eficientes, bombas de água mais eficientes, etc. Uma pessoa perante os problemas encontrados consegue aos poucos criar um método de trabalho como é o caso de um caderno de encargos; mas está perante pessoas pouco disciplinadas, pouco sistemáticas, pouco abertas às perguntas que eu faço e pouco dispostas a aceitar o que uma pessoa diz.
"Cocos" que são uma doença muito complicada. Quando as pessoas não têm cabeça para pensar é um problema. Esse é o problema da informação. Muitas vezes são coisas que só mandam uma pessoa abaixo ou acabam por fazer uma pessoa viver numa "prisão". Há ideias muito complexas que falham por motivos muito simples.
Engenharia informática que é capaz de trabalhar todo o tipo de informação. A informação é que manda.
Se uma pessoa tinha por hábito ler os livros da faculdade, então inventa-se mentiras sobre os livros. O Bill Gates pode ler muitos livros, mas uma pessoa por uma questão de recursos procura ser mais seletivo.
Querer voltar irmão contra irmão?
Uma pessoa é obrigada a mudar para uma estratégia diferente do que era suposto. Não se queixem.
Tirar um curso serve para alguma coisa. Não é um curso qualquer. Um curso que merece todo o devido respeito.
Conclusão: o desempenho torna-se baixo, mas são os obstáculos que uma vez superados nos tornam melhores.
A universidade é muitas vezes a melhor maneira que uma pessoa tem para desenvolver bons princípios, boas regras e bons valores. O maior problema é se a empresa para onde a pessoa vai trabalhar está ou não disposta a aceitar isso. Parece que querem forjar uma conclusão à força toda. É que caso uma pessoa não consiga colocar em prática esses mesmos princípios, valores e regras; até parece que à partida não está boa da cabeça, o que não é verdade de maneira alguma.
Muitas vezes conhecimento é raciocínio lógico e não a linguagem ou sistema operativo em causa (exemplo). O mais importante é estar preparado para lidar com as situações no dia-a-dia (ser desenrascado).
É preciso conhecimento para fazer as coisas bem feitas e como deve ser, mas qual o grau de sofisticação de que precisam?
É como se tivessem medo que prove alguma coisa.
Conclusão: procurando ser bom para as empresas, mas vejam bem quando tentamos fazer por eles.
A História da humanidade é um conjunto de indivíduos a interagirem entre si.
Um sistema é um conjunto de coisas a interagirem entre si.
Um indivíduo é um agente. Um robô também é um agente. Tecnologia que se torna perigosa quando destrói a habilidade social das pessoas. O ser humano pode depender de terceiros para separar tarefas (princípio organizacional), mas é ele no fundo quem toma as suas decisões (propriedade de independência). Somos um animal social tanto com máquinas como com os outros humanos. Seres sociais ajudam-se entre si. As máquinas podem-nos ajudar.
Um engenheiro informático olha para a História da humanidade como um sistema multi-agentes.
A conhecida frase "Se o bem não vencesse o mal, então não restava ninguém para contar a História" é uma crença existencialista presente em contos de fada ou livros religiosos; mas uma coisa é a capacidade para questionar a existência e outra coisa é a capacidade de sobrevivência.
Conclusão: a História da humanidade resolve problemas tal como um bom sistema multi-agentes é capaz de fazer. Os bons profissionais já sabem lidar com o assunto.
Porquê ser organizado?
Serve para atingir objetivos na vida.
Então qual o problema?
Tudo o que impede ou atrapalha é o oposto: desorganização. Exemplo disso é desperdiçar tempo, lidar com tudo o que é demasiado complexo, lidar com distrações, ter gastos avultados (principalmente se não levam a lado nenhum) e lidar com o desnecessário. É tudo coisas que complicam a situação de uma pessoa e que portanto devemos tentar evitar, mas pode ser inevitável: organização envolve um conjunto de agentes e cada agente é independente por definição. Uma questão é que devemos ter cuidado connosco e com os outros.
De que serve a escola se a parte física da pessoa não executa devidamente o que a escola ensina? Parte física chamada de hardware. Ou o problema é o hardware ou alguma informação que entrou em conflito com a escola. O que a escola diz é para se fazer, só assim é que as coisas aparecem feitas.
A esta estratégia chama-se de alinhamento. A verdade é um fator de fiabilidade.
A solução consiste em pôr também os patrões a dar aulas para ver se ficam contentes, porque estar a dar aulas para nada não vale a pena. Há a importância do rigor científico e estar a par das melhores práticas da profissão. Toda esta fúria para que percebam que o ensino serve para saber o que o mundo quer de nós e é precisamente por causa disso tudo que o mundo não pode censurar quem segue os princípios académicos de maneira correta. Mundo que tem a obrigação de saber o que quer. Vontade que tem de estar correta e ao mesmo tempo consistente.
Se queremos eficiência, então é preciso haver aproveitamento do conhecimento obtido. O conhecimento obtido na tese deveria ser para trabalhar naquela área. Tese que deve ser um caminho e não um beco sem saída, caso contrário é um péssimo serviço. Não é colocar as pessoas em posições que em nada têm haver com o que estudou ou com as suas capacidades.
Um problema grave é que por mais razão que uma pessoa tenha não somos nada. Parece que só sabem fazer mal ao humilde?
Uma lógica causa-efeito é fazer o que a escola e a universidade dizem e o resto que se foda.
Obter as bases é o mais importante: professor de Budokan.
A máquina biológica só precisa de saber interpretar os comandos.