sábado, 6 de agosto de 2016

Basadur

Introdução - sabendo tirar partido das ferramentas existentes



 Costumo aprender e procurar coisas da minha área em livros, revistas e Internet; mas também pesquiso e estudo temas de liderança. O próprio estudo da liderança ensina-me a focar e muito na minha área que é a informática.
 O Basadur applied creativity era uma das coisas que há muito suspeitava que existia, encontrei e com base nisso criei uma aplicação em C#, que todos podem usar no Windows. Se as aulas podem não ser suficientemente credíveis, então nada mau acrescentar qualquer coisa que seja ao portfólio e que mais ainda?
 Se achas que não percebo, então é muito provável que te enganes a ti mesmo.
 Se passas a vida a tentar convencer os outros a aceitar as coisas como são, então é a tua vez de aceitar as coisas como são.
 O botão concluir verifica os dados inseridos antes de poder concluir seja o que for.
 Esteja ciente que cada uma das palavras expostas neste teste pode não ter o significado esperado (preferível pesquisar primeiro). Por exemplo divergir em psicologia é arranjar mais soluções para o mesmo problema, enquanto que em matemática isso acontece quando o erro de uma função aumenta afastando-se de uma solução ou quando os valores afastam-se do objeto de estudo alvo. Convergir em matemática significa aproximar-se de algo que pode ser um ponto, uma solução, etc.

Disponível em:
http://osicode.esy.es

 Um teste que pode explicar a existência de conflitos nas empresas, por causa da maneira com que são combinados os diferentes tipos de criatividade. Algo típico de um curso de empreendedorismo, organizado pelo IEFP, que requer métodos técnicos de psicologia adicionais e meio alucinado. 

Cuidado com certos cursos - pessoas que é melhor evitar



Alucinado? Os bons empregados são um recurso escasso, não nos podemos preocupar com certos pormenores e de uma maneira geral uma teoria difícil de colocar em prática.
 Alucinado como quem diz com coisas como movimentos de conta de valores fora do habitual (tenho um irmão contabilista que lida com valores muito mais baixos), crenças conflituosas (não fosse o tipo de discussão que os médicos e os engenheiros precisam de fazer na hora de criar uma solução, pelo simples facto de que a razão é uma ferramenta de trabalho), os cientistas ao contrário de há umas décadas atrás admitem que pelo menos muitas das catástrofes futuras não são mais coisas de apenas fanáticos religiosos (embora o estilo literário pareça apontar para tudo de possível é de constatar coisas como doenças, guerras nucleares, terramotos, colisão de asteróides,...), traziam pessoas de estatutos sociais que não tinham nada haver connosco para ali como um funcionário da banca, avaliação de conhecimentos pouco credível, prefiro recursos humanos em certos assuntos do que psicólogos e nós éramos todos burros de forma indirecta. Burros (o que distingue uma espécie das outras são um conjunto de características físicas e psicológicas) como quem diz: quem manda estar ali a ouvi-los. Os EUA conhecidos como país de forte empregabilidade encoraja as pessoas a criar o seu próprio ganha pão, enquanto nesse curso era a mistura atómica dos movimentos com o aviso de capital inicial para não ir à falência, que dito por outras palavras significa não levas nada daqui.
 Não levas nada daqui desde o princípio até ao fim comigo a dizer uma coisa que nunca foi respeitada: "posso explicar o meu problema?". Um problema que criou mais n problemas como previsto.


 O que é mau por um lado pode ter um lado bom. O lado bom é que deparei-me com alguns conceitos de gestão e contabilidade que me são bastantes úteis, mas preferia não ter ido. Não sei qual foi o seu papel no meu futuro, mesmo estando menos limitado em criar produtos do que os outros colegas de outros cursos. Será a criação de produtos o principal problema, estando eles a ensinar-nos para esse propósito?
 É precisamente quando não se faz a devida avaliação das circunstâncias, mostrando transparência, que se perde a confiança nas pessoas. Pessoas essas que por algum motivo também nos julgam mal, que também têm falhas e que portanto podem ser perdoadas por justa causa. Perdoar é a melhor maneira de punir o verdadeiro alvo, pelo aquilo que demonstrou ser capaz, de forma acertada e que seja eficaz para aquilo que representa os nossos verdadeiros problemas.
 De qualquer das formas prefiro não arranjar problemas com a universidade ou o IEFP, mas fica aqui como as coisas foram comigo para memória futura, para não se repetir. O Homem é um animal que precisa de conhecimento e se mostro isto a alguém é para chamar à atenção.
 Respondendo à necessidade de métodos técnicos de psicologia adicionais, isso encontra-se relacionado com testes especificos da área, o que dificulta ainda mais a implementação do Basadur numa empresa. Um exemplo seria relativo ao pensamento divergente. Como os psicólogos avaliam isso? Fazem um conjunto de traços num papel e pedem para preencher o desenho, com o máximo de elementos, de forma a seguir uma lógica, o mais adequada possível e justificada possível. Quanto mais complexo o desenho, maior o pensamento divergente.
 Prefiro recursos humanos do que psicólogos, mas quantas vezes! Cada um nos seus papéis. Tem tudo haver não só com a especialização como com o sucesso dos métodos. Se a ideia do Basadur é contratar pessoal, ou julgando pelo resultado dos cursos do IEFP no desenvolvimento de competências pessoais e o seu aproveitamento, ou indo contra opções profissionais para o qual tanto se estudou e a pessoa se sentia fortemente motivada (seja o desenvolvimento de videojogos e fazer várias teses nessa área para cativar as empresas), então é tudo dinheiro que o Estado perde. Vontade essa que começou no 10º ano, comigo a fazer jogos em Turbo Pascal e mostrando ao professor Emanuel, portanto vejam bem o desprezo e a indiferença a tudo de possível e de imaginário.
 Pegando fora do contexto desse curso do IEFP com variadas testemunhas, então vejam bem a história das intenções. Revelar as intenções (eu bem gostaria para beneficio do grupo) por meio de medidas concretas só piora tudo como a minha história demonstra, a menos que façam algo para a contrariar. Se revelar intenções (tenho um livro comprado em 2020, que explica que não se deve fazer segundo um ponto de vista) leva a isto tudo, então mais parece que querem ver uma pessoa de qualquer maneira menos motivada.


 Motivado como quem diz: podes estar chateado, mas não podes explicar o teu problema. Professora universitária essa de sociologia que devia ter razão por um lado, por causa da História das intenções. Professora que perde a razão, por causa que assim sendo nem a "burra" anda para a frente, nem anda para trás.
 Podia apontar n motivos com que as pessoas ficariam a ganhar comigo a fazer teses de videojogos, mas tenho de pensar em mim e já perdi tempo e dinheiro que chegue com a escola e a universidade. Universidade essa que precisa de defender a sua reputação a todo o custo e é respeitando isso, que apelo à ordem. As coisas são como são, temos de as aceitar e não se sabe até onde as coisas podem durar, mas ao menos eu devo poder apresentar um trabalho lá de forma a minimizar os atritos existentes. Não é só muitos dos ricaços que não aceitam as verdades sobre o clima. O clima vem a propósito desta conversa por ser apenas mais um exemplo claro da falta de humildade, se queremos encarar a realidade das coisas. Os que têm tudo à vontade deles não se têm de preocupar com o que os outros pensam.

Conclusões acerca da área de psicologia - Algo a ter em conta na hora de fazer uma base de dados

 Como o próprio teste nos sugere, cada tipo de criatividade implica diferentes tipos de crenças, nem sempre compatíveis entre si. O mesmo acontece com os testes psicotécnicos e pode-se ir mais longe nesse aspeto ao reparar que os filósofos dos engenheiros não são os mesmos que os de um economista ou psiquiatra,... Podia-se continuar a lista com a definição de líder e por aí adiante. Resumidamente o trabalho de um psicólogo é estudar modelos de pensamento. Um modelo de pensamento resulta num conjunto de comportamentos. Como o faz no seu trabalho antes de avançar para uma solução, se queremos uma base de dados bem estruturada?
 Muito à custa de testes (como o Basadur, que quando semi-automatizados aumentam a eficiência do trabalho do utilizador) ou critérios de observação (identificando por exemplo arqui-estereótipos). Que podemos ter ainda mais em conta para que o método de trabalho seja o mais eficaz possível? Como existe diferentes tipos de psicólogos devia haver uma triagem, feita por um psicólogo.
 Qual a maior importância de um psicólogo especialista num conjunto de matérias?
 Como demonstrado no texto anterior a pessoa em causa pode não perceber o que está na base de dados e portanto um psicólogo é a melhor pessoa para o fazer, mas também não implica que necessariamente o cliente não descubra.
 Como funciona a solução, neste caso a terapia?
 A partir de um/vários método(s) escolhido(s) para a ocasião, que é acompanhado por um progresso. Quanto mais detalhes puder dar, melhor para que os campos sejam atómicos e facilite as formas normais.


 Se não querem saber dos conselhos do senhor engenheiro acerca de base de dados, então não façam como o doutor Quintino Aires que disse uma vez que uma folha para escrever é melhor que um ecrã e um teclado informáticos. Conhecendo bem como são, então quem lhes pode dizer alguma coisa?

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