sábado, 6 de agosto de 2016

Corrente materialista aplicada à informática

 
É típico dos cientistas focarem-se em explicações com base no mundo material. A informática é uma ciência.


Não é meu objetivo definir existência ou inexistência de seres sobrenaturais. Apenas tenho nesse aspecto a obrigação de intervir em situações abusivas. Devo enunciar desde já, que para além dos outros factores vantagens/desvantagens da questão em causa, que o bem é mais racional que o mal devido ao impacto das intenções nas consequências (estudar agentes BDI para perceber). Os outros factores vantagens/desvantagens são o que se tem ao dispor e as crenças, por que a intenção até pode ser boa, mas dá besteira. Um bom exemplo é pensar se o outro quer bem ou afinal está de acordo por causa de um número enorme de inevitabilidades, mas acabamos desiludidos como em muitas situações na vida. Eu não quero voltar ao mesmo. Se não tenho as ferramentas, então não posso trabalhar. Se calhar quando a situação é impossível (não é?), então há males que vêm por bem e somos forçados a fazer coisas que não devíamos. Acima de tudo, o indivíduo e em primazia tem a obrigação de defender-se a ele mesmo, porque não há nada mais importante que o eu.
Com base naquilo que é típico da ciência em geral há quem tente explorar quais são as vantagens de ter uma atitude materialista adaptada à informática e eu mostro-me como um exemplo disso mesmo. Essa inspiração pode ter em conta muitos pormenores tanto já feitos ou por realçar. O ponto de partida que me parece mais fiável é começar pela física ou pela química e estabelecer raciocínios que permitam relacionar com muitas outras áreas.
Cada ação tem implicadores e implicados que geram um resultado muito importante para analisar as consequências. Não há maior arma contra as tentações do que pensar nas consequências, portanto não venham com orações ou seja o que for se a maneira de pensar e agir nada melhorou. Os implicadores podem ser vistos como uma partícula e os implicados como outra partícula. Pode-se estabelecer quase como uma “lavagem cerebral” de tantos raciocínios deste género como alguns presentes em [3] e que procuram assim atribuir significado físico de um modo materialista a toda a realidade presente.
Alguns temas presentes neste blog abordam o homem, a informação, a razão e as máquinas como se todos fizessem totalmente parte do mundo material.
Sendo assim a física deveria dar resposta para tudo ou mecanizar todo o resto.
Há ainda a teoria do ínfimo presente em [2].
Seria suposto muito se poder derivar deste tipo de teoria. Umas terão mais sucesso, outras menos sucesso. Uma delas é um simulador de conhecimento (KnowledgeSimulator 1.0) disponível em [1].

Referências

[1] http://www.osicode.esy.es

[2] livro “Uma lógica causa-efeito”, Osvaldo Mendes

[3] http://www.youtube.com/watch?v=ZWIR2ylU7-s

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